Gracias la vida.

quinta-feira, novembro 13, 2008



Meu sangue latino, rubro, rojo, encarnado, carmim.
Marca na pele, o braseiro que queima até sob o luar.

Ora jorra por feridas talhadas na carne-alma.
Noutra,rega sonhos ainda vivos no coração selvagem.
Mesmo que o tente castanho, sabota qualquer fuga.
E,noutro dia, me cora a face de vitalidade.

No fim, me domina inteira. Amém.