Desejo vomitar,em teu seio,o alimento que sorvi
mas a dormência emocional me impede de fazê-lo
Com a garganta em nó cego, vago na escuridão
Meu silêncio braveja as palavras acéfalas
da inércia que adormece o movimento
Jaz em corpo débil e desorientado
que nem Freud explicaria
Ensaia alguns passos
mas segue à seco
Então tropeça
Quase cai
E fim.
(04 - 09 - 2008)
"Dos traumas que a gente só sente
Depois de crescer"
Recolhimento
Há 9 anos


3 andar(es):
"Dos traumas que a gente só sente
Depois de crescer"
O poema soou como uma consequência da frase, sabe?
E eu adorei isso.
Aliás, essa frase tá me martelando aqui...
Beijo, irmã.
contrariando Freud? Ou auto-afirmando?
ai ai... tantos traumas que surgiram (e ainda surgem).
quero te ver menina... sai da toca!
;*
essa versão é a melhor de todos os tempos.
do poema eu não palpito, arrisco. é todo teu.
:*
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